Amigos, amigos….música a parte

They don’t exist

Uma das piores coisas que se podem acontecer com uma banda é um jornalista ou um blogueiro não citá-la em um artigo ou post, principalmente quando se é um festival e a própria fecha a noite. tudo bem que o referido foi embora mais cedo e não viu a banda, tava com preguiça e não quis assistir, ou a banda é “desconhecida”, não faz parte de gravadora e não é “amiguinha” do cara que escreveu a resenha, ou não faz o tipo de som que agrada…… foda-se, mas pelo menos alguma linha, falando bem ou mal, teria que ser escrita.

Imagina, cinco grupos musicais tocam numa noite, o blogueiro escreve sobre quatro, e “esquece” a última….não é “ranço”, ou despeito, ou inveja, ou se achar demais…porra…..alguma coisa tá errada aí. Ainda mais quando é um cara de respeito na cena musical, tem banda, escreve em revista importante, faz programa de rádio e o escambau, e simplesmente não fala nada a respeito da última banda que toca numa quinta-feira a uma hora da manhã e que faz um som post-rock único em Goiânia. Qual que é o problema? O que há de errado com o resenhista? O que há de errado com a banda? Ele não gosta do som? A banda não é “amiga” dele? A banda não faz parte da cena roqueira goiana? A banda não é de gravadora independente? Será que os caras da banda são tão insignificantes assim que não merecem nem uma linha na “resenha” do tal blogueiro?

É…tantas perguntas e respostas as quais não cabe escrever aqui, porque uma pessoa com um mínimo de inteligência e frequentadora da cena rocker goiana sabe a verdade…né não?

E a banda referida continua a seguir o seu ritmo, sem pagar pau pra caras de gravadora independente, ser amiguinha de resenhistas e blogueiro, e metendo o dedo na ferida de certas pessoas e movimentos.

/ao som de Lambhcop “Crackers”

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setembro 24, 2007 Posted by | Uncategorized | | 2 Comentários